23/06/2009

Primeiro Júri

Para a minha surpresa, fui convidado já nas primeiras semanas para participar de uma Sessão do Júri.

Começou às 9h da manhã e sempre dois Oficiais de Justiça participam. Chegam antes e recebem as pessoas - já que o Júri é aberto ao público - identificando os Jurados que anteriormente foram intimados e as testemunhas de defesa e acusação. Ei, a Sra. Elaine estava lá!

Depois acontece a leitura do pregão – que nada mais é do que a abertura do Júri, onde se indicam: o número do processo, as partes, as testemunhas de defesa e acusação - feita por um Oficial. Como foi minha primeira vez, outro Oficial que fez o pregão.

Geralmente, como o Júri começa de manhã, com o depoimento do réu e depois pela fala do advogado de acusação seguido do advogado de defesa (uma hora e meia cada um).

Temos um intervalo de almoço de aproximadamente uma hora. Todos juntos: Juiz, assessores, advogados de defesa e acusação, os dois Oficiais e os jurados. Estes almoçam junto com os Oficiais e não podem conversar sobre o processo que está sendo julgado.

Depois segue com a réplica do advogado de acusação e a tréplica do advogado de defesa para então, depois, sair a sentença informada pelo juiz conforme decisão dos jurados.

Um pouco cansativo, mas muito interessante e sempre um bom aprendizado para mim.

Só por curiosidade: no caso do Júri que participei era o de um assassinato numa festa onde a vítima não tinha relação com a tal festa. Foi pedir que abaixassem o som, reclamar do barulho e por fim, levou alguns tiros.

Portanto: sempre que ouvirem som alto na vizinhança: TAMPÃO NOS OUVIDOS E TODOS PRA CAMA!


Contos em fotos:

Todos os dias eu sigo pela BR 101 para chegar em Palhoça e nessas idas e vindas neste caminho ou até mesmo dentro da cidade, presenciei algumas situações um pouco diferentes.

A mais bacana de todas foi numa rua no centro da cidade - e não tão longe do Fórum - onde existe um poste no meio da rua. Isto mesmo: um poste no meio da rua.

Por alguns instantes pensei que eu estava delirando, mesmo porque fazia muito calor naquele mês de janeiro. Então, parei o carro e fotografei com o telefone celular - e juro - não é montagem!


Conversei com uma senhora chamada Carmem, moradora daquela rua, sobre o tal poste. Ela me informou que ninguém da rua entendeu o porquê dele ali.

Antes a rua era estreita e de chão batido e passava ao lado. Depois, a rua foi alargada e colocaram lajotas por toda sua extensão.

Muito bem! Foi alargada e arrumada. Mas o poste continuou no mesmo lugar.

Bom, eu consegui passar - mesmo porque meu carro é de pequeno porte - mas um ônibus ou caminhão, duvido que passe!