17/07/2009

Chuva: a cidade de cabeça pra baixo!

Para um Oficial de Justiça, um dia de chuva corresponde à dois ou três dias de atraso. Principamente em ruas onde não são asfaltadas onde as enormes poças d'água escondem verdadeiras crateras.

Eu, particularmente, não confio nessas poças, mesmo porque, num dos primeiros posts, coloquei a foto de um buraquinho que "cruzou o meu caminho" (rimou!).

Para piorar, é de praxe: eu lavo o carro no capricho ao final do dia. Amanhece com a maior chuva. Lei de "Smurf" como já ouvi numa das pérolas do meu dia-a-dia.


A foto ao lado é o exemplo do dia que meu carro, lavado, encerado no capricho, quis enfrentar.

Eu não deixei, claro.

O local onde eu iria, é a rua sem saída (servidão) ao lado do portão branco. Mas nem pensar!

O mandado está pendente de cumprimento, e sempre passo por ali para ver se a água baixou ou se pelo menos secou, para então, cumprí-lo.

Mas como para tudo na nossa vida tem um ponto positivo, num dia de chuva andamos mais devagar, prestamos mais atenção no trânsito e nos lugares onde passamos - principalmente nas motos que passam em alta velocidade na lama, "lavando" o seu carro e, muitas vezes seu rosto, se o vidro estiver aberto - e nessas idas com mais cautela, tanto para não sujar (muito) o carro mas por conta do trânsito caótico que se forma, verifiquei uma situação bacana.

Tratava-se de uma rua de apenas de duas quadras pequenas, sem movimento algum com uma placa alertando da presença de um radar que ali existia.

Seria normal, mas se a rua não fosse uma pequena estrada de chão, ensopada pela lama e água da chuva, e a placa fosse escrita à mão.



Passei pela placa - não acreditei - engratei a marcha ré e fui obrigado à fotografar esta, porque, contando, ninguém acredita.

Esperem!

Vem a melhor de todas (que nem vou comentar):