24/11/2009

Ir ou não ir, eis a questão

Nas idas e vindas para a região das praias encontrei alguns obstáculos diferentes do nosso dia-a-dia e confesso que, algumas vezes fiquei na dúvida em "seguir viagem" ou não.

E ainda há pessoas que imaginam que o trabalho do Oficial de Justiça é simplesmente ir no local indicado e ponto final, sem pensar em alguns contratempos que encontramos no caminho que dificultam a chegada até o destino final.

Que tal um barco ocupando mais da metade da rua trancando a passagem?



Ou então, alguns motoristas com "excesso de peso"?






E este aí embaixo, então? Não saiu de jeito nenhum. Pelo menos tirei a prova de que cavalo dorme em pé. Nem com buzina e chegando com o carro perto, o pangaré saiu do lugar...




Outros problemas encontrados: as pontes.

Na debaixo, tive que passar quase parando, para que o carro coubesse entre as bases de concreto... mas fui!





Na próxima não fui. Nem pagando!




A melhor foi a ponte pênsil que, aliás, para quem não quer pegar pedágio em Palhoça, é uma alternativa.

Quando a BR 101 está parada no posto do pedágio, vou por ali.

Passa um carro por vez e se está na metade da ponte e outro aparece do outro lado, um dos dois tem que voltar (de ré), porque a subida em ambas as cabeceiras é alta, sem ter como ver do outro lado, ou seja, vai muito da sorte em passar sem nenhum outro veículo vir em sentido contrário.




O segredo é o seguinte:

1) suba e reze,
2) reze para não cair e para não vir alguém no sentido contrário,
3) coloque o som bem alto para não ouvir o barulho dos pneus passando pelas madeiras, pois parece que estão se quebrando;
4) chegando do lado de lá, agradeça, respire aliviado e boa viagem!