13/07/2010

Uma tarde preciosa

Na semana passada, apesar do excesso de trabalho, consegui um tempo para visitar o meu amigo JF numa casa de repouso na cidade de Santo Amaro da Imperatriz, perto da divisa com Palhoça. A história dele foi contada na publicação de 30/11/2009 e desde então, quando eu posso, vou visitá-lo.
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Sua situação está bem complicada, está mais debilitado, bem mais magro e com muita dificuldade de ser mexer, inclusive com as mãos. Tanto é que antes, nos comunicávamos por mensagens de celular, mas nem isso consegue mais.
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No tempo em que estive lá fiquei imaginando como será minha velhice, se terei alguém zelando por mim e o quanto é triste sentir-se sozinho sem muito o que fazer para mudar esta situação.
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A publicação de hoje é - principalmente - um convite que desejo repassar à todos os meus amigos - leitores ou não - para um café colonial que será realizado na casa de repouso São Sebastião, em Santo Amaro da Imperatriz, onde está meu amigo. Será no sábado, dia 24 de julho, a partir das 14h30min e o "ingresso" é 01 (um) quilo de alimento não perecível.
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Esse encontro possui dois simples motivos: arrecadar donativos para os que lá vivem e - principalmente - fazer uma tarde diferente (enquanto há tempo) para todos.
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Vamos olhar para a pessoa idosa como ser humano valioso e querido, não considerando sua força física, mental e sua saúde. É preciso respeitar a personalidade formada e principalmente a riqueza da experiência acumulada.
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Os idosos - em minha opinião - podem trazer de volta muitos valores perdidos pela sociedade, tal como demonstra no vídeo abaixo:
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Eu já confirmei minha presença. Quem quiser me acompanhar, podemos marcar um lugar onde todos conheçam em Florianópolis, São José ou Palhoça e irmos em carreata. Caso contrário, quem quiser ir por conta própria, o telefone de contato do Lar São Sebastião é (48) 3245-5015 para maiores informações quanto à localização do local. Aliás, quem tiver ou conheça alguém que toque violão, é uma boa idéia!

Certamente, será uma tarde mais do que preciosa seja para quem vai, quanto para quem estará lá à nossa espera e - principalmente - porque não custa nada tirarmos uma tarde da nossa vida corrida para dar um pouco de atenção para quem precisa...